RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O PERIGO NA PRÓXIMA CURVA, OU DENTRO DE UM BURACO


Apelidada de Rodovia Transamazônica que leva a chancela de Rodovia Federal (BR) a estrada carroçável, vicinal, ou ramal TRANS-AMARGURA, (trecho Itaituba/Jacareacanga) continua fazendo vitimas, nas suas acentuadas curvas, ingrimes aclives, assustadores declives, e péssima pavimentação de piçarras soltas em alguns trechos, alem de quilométricos trechos esburacados, para não se falar sobre a inexistencia  de sinalização de uma estrada sem acostamento.


Este é o cenário dantesco do abandono o qual é submetida as pessoas que transitam nessa estrada caótica, perigosa com enorme índice de acidentes inclusive com vitimas fatais.
descriptio...Mesmo com a falta de sinalização nessa estrada, vulgarmente conhecida como Rodovia Federal (Pasmem!!!!), isso não se constitui o grande problema para quem trafega nesse trecho, vez ,que na verdade a estrada tem uma sinalização característica de uma ESTRADA DA MORTE, ja que os locais mais perigosos, é perceptível a existências de toscas cruzes improvisadas de um galho  de árvore (se cupim não destruiu) para demarcar mais um  local em que  vidas se foram. É a homenagem póstuma de familiares, a seus heróis que resolveram desafiar a RODOVIA DA MORTE.

Um alento poderia surgir, e se dizer -Calma o inverno está chegando, ja vai começar a chover, -  e por incrível que se possa aparecer surge para  o desespero  de todos a certeza que no inverno as coisas tendem a piorar ja que é com a estrada lisa, esburacada, e sem sinalização, que a maioria dos acidentes ocorrem, e para se mostrar mais a realidade em que vivemos, podemos dizer que com os imensos atoleiros até carros são sepultados nessa estrada que envergonha nosso país que veste-se de rubro sendo tão desavergonhadamente desgovernado

descriptio...Tantas vidas de pessoas conhecidas e isso ja é comum em nossa região, foram ceifadas nessa horrivel estrada e nossas autoridades, quando muito solicitadas, mandam apenas  jogar piçarras que ficam soltas, colocando ainda mais em risco os veículos que ousam por serem obrigados a trafegarem nessa artéria, que é menos cuidada que um ramal ou varador para as centenas de garimpos que infestam nossa região; ao menos por la se anda a pé, e o de ruim que pode suceder aos transeuntes é pegarem uma topada e ficarem com a unha encravada ou racharem o calcanhar; mas aí tem mercúrio e podólogo, e na TRANS-AMARGURA,é caixão e vela preta.

Neste sábado (27/09) retornando de uma viagem a Itaituba uma Pick-up da Secretaria de Saúde Indígena, em trabalhos de  promoção de saúde  sofreu um sinistro, e felizmente desta vez se contrariou  os efeitos estatísticos que engordam  a maioria dos acidentes  nessa estrada carroçável: não ocorreram vitimas fatais, felizmente.
descriptio...
No momento em que esbravejamos nossa indignação fazendo eco à tantos gritos desesperados  que se ouve no silencio, quem sabe da vida e da morte de centenas de pessoas que transitam no momento da fabulosa Rodovia 230. Valha-nos quem mesmo?



.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

-QUE CULTURA!!! - HERRAR É UMANO!


PRESIDENTE DA FUNAI PEDE EXONERAÇÃO

Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil Edição: Davi Oliveira
Há 15 meses no papel de presidenta interina da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Assirati deixará o cargo nos próximos dias. Segundo a assessoria do órgão indigenista, foi a própria Maria Augusta quem pediu exoneração a fim de se mudar para Portugal, onde fará um curso de doutorado. A viagem está marcada para a próxima semana.
A presidenta da Funai, Maria Augusta Assirati, deixa o cargo na próxima semana. Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Graduada em direito e mestre em desenvolvimento e políticas públicas, Maria Augusta ocupava a diretoria de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável da Funai quando, em junho de 2013, foi escolhida substituta provisória da então presidenta da fundação, a antropóloga Marta Azevedo, que deixou o cargo alegando motivos de saúde.
O período em que Maria Augusta passou à frente da Funai foi marcado pelo acirramento da disputa entre os que defendem o fortalecimento dos direitos indígenas e setores que querem flexibilizar a legislação de proteção. Durante audiência pública no Congresso Nacional, por exemplo, Maria Augusta classificou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que transfere para o Congresso Nacional a competência da União para demarcar terras indígenas, como uma medida “descabida” e que representa um “retrocesso do ponto de vista da demarcação de terras”.
Além disso, por orientação do próprio governo federal, a Funai paralisou os processos demarcatórios em lugares com conflito entre índios e produtores rurais. No último relatório, divulgado em julho passado, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) disse que, ao menos, 30 processos demarcatórios estão sem conclusão pela Funai, apesar de não haver pendência administrativa ou judicial que impeça a homologação. Além disso, pelo menos 53 índios foram assassinados no ano passado em conflitos, diretos ou indiretos, por disputa de terra.

Agência Brasil procurou o Ministério da Justiça para saber se o futuro presidente da fundação já foi escolhido, mas o ministério não se pronunciou sobre o assunto.
-Fonte: Agência Brasil

sábado, 27 de setembro de 2014

É AGORA OU NUNCA!

Bomba relógio preste a explodir na campanha do PT


O PT tenta impedir a todo custo que as informações das delações 
premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef sejam conhecidas 
do eleitor. Há consenso de que Dilma sofreria o impacto com novas
 denúncias de corrupção. Os últimos dias da campanha são tensos 
para a campanha petista.
JEAN CORREA
Titulo RP

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

MASSACRE ANUNCIADO (MORAL, CULTURAL, ECONÔMICO)

Amazônia

Relatório recomenda remover aldeias e alagar área indígena para construir usinas no Tapajós


Estudo de Componente Indígena apresentado no Ibama contraria a Constituição e exclui índios Munduruku do diálogo. Leilão foi adiado
por Felipe Milanez — publicado 25/09/2014 14:54, última modificação 25/09/2014 17:46
O Ministério de Minas e Energia adiou, no último dia 17, o leilão da Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós, no Pará, alegando a necessidade de adequar estudos indígenas. Era o mínimo a ser feito, tendo em vista que, desde a construção da Usina Hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo (AM), um projeto tão violento e ilegal contra os índios e, portanto, contra a sociedade brasileira, não acontecia no Brasil. Para construir a Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós, no Pará, além de alagar terras indígenas, o governo cogitava remover três aldeias do povo Munduruku, contrariando o artigo 231 da Constituição Federal.
Como disse o goleiro Aranha, no caso de racismo de que foi vítima diante da torcida do Grêmio: “muita gente sofreu para que hoje isso estivesse na lei”. No caso da remoção para barragens, há uma analogia. Quem sofreu para que a lei a respeito deste tema fosse criada foram, por exemplo, os Waimiri Atroari. Na época, durante o regime de exceção, a ditadura cumpriu a lei – havia uma previsão legal que permitia a remoção compulsória de povos indígenas no Estatuto do Índio (Lei 6001/73). Depois do sofrimento de muita gente, vieram os direitos constitucionais. No parágrafo quinto do artigo 231, a Constituição veta a remoção, e as únicas exceções possíveis são o caso de epidemia e catástrofe, ainda assim com referendo do Congresso Nacional. E os removidos devem retornar ao seu território em seguida.
O Ibama acabou de receber os Estudos do Componente Indígena referente à UHE São Luiz do Tapajós. O documento contraria diversos direitos indígenas.
Além de tudo, parece ser cruel e mórbido, pois tenta fazer crer que os próprios indígenas estão de acordo com o que vai acontecer com eles. Aparentemente, o estudo foi realizado sem que a antropóloga responsável sequer pisasse em uma terra indígena para avaliar os impactos, e sem a consulta aos indígenas, como prevê a legislação internacional – temas que estão sendo, inclusive, debatidos na Assembleia da ONU em Nova York, onde Dilma Rousseff discursou ontem.
Seriam afetadas as Terras Indígenas Praia do Mangue e Praia do Índio e as Áreas km 43 (Sawré Apompu), São Luiz do Tapajós (Sawré Jiaybu), Boa Fé (Sawré Maybú, Sawré Dace Watpu e Sawré Bamaybú), além de indígenas e ribeirinhos que vivem nas vilas Pimental e São Luiz do Tapajós. Escreve a antropóloga que assina o laudo que “As manifestações diretas dos Munduruku foram coletadas junto a indivíduos e lideranças da etnia que se propuseram a conversar e participar de entrevistas informais fora de suas terras e em locais sempre determinados por eles.” Ou seja: o estudo antropológico do componente indígena é realizado “à distância”.
Acontece que os Munduruku haviam solicitado participar "como interlocutores durante o trabalho da equipe, decisão de escolha feita pelo(s) cacique(s)”, e os caciques não foram consultados. Os indígenas haviam pedido também que houvesse mais tempo e esclarecimentos, o que foi ignorado pela equipe de pesquisa. A Funai não participou nem acompanhou os trabalhos, o que também era uma exigência dos indígenas. As entrevistas que a antropóloga diz ter feito foram realizadas na cidade de Itaituba (PA), sem os devidos esclarecimentos, antes da reunião de apresentação da equipe e, obviamente, sem a decisão de escolha pelo cacique. Alguns indígenas disseram ter entendido que as antropólogas estavam trabalhando para a Funai, pela forma como elas explicaram sobre o trabalho que estavam fazendo.
Para piorar, os Munduruku temiam que aldeias seriam alagadas e removidas, conforme dizia um boato que circulava na região, mas não puderam participar das discussões sobre o projeto.
Os fatos mais agressivos contra os povos indígenas contidos no estudo são os seguintes:
O reservatório se estabelecerá com o nível médio de água na cota 50 m, o que implica que as três aldeias relacionadas à Boa Fé (Dace Watpu, Sawré Maybú e Karu Bamaybú) serão afetadas diretamente, cabendo, portanto, ações de relocação das mesmas. Essa passagem está na página 229. As aldeias ficarão literalmente debaixo d'água
Se São Luiz for construída, os Munduruku ainda vão perder áreas de cultura (roças, açaizais, etc.), terão alterados os locais para pesca, vão perder recursos alimentares, terão alterados locais de caça, locais de coleta de produtos vegetais e das espécies de pescado. Não serão poucas mudanças nas suas vidas que eles terão que enfrentar.
Os estudos do componente indígena foram protocolados no Ibama no dia 11 de setembro, feitos pela empresa Cnec Worleyparsons Engenharia S/A, e coordenados pela antropóloga Marlinda Melo Patrício. Dois biólogos também integram a equipe, contra a vontade dos indígenas, que apresentaram restrições ao trabalho de biólogos dentro da área.
Recentemente, a Sociedade Brasileira de Arqueologia se posicionou de forma contrária ao licenciamento do projeto e cobrou uma postura ética de pesquisadores para o empreendimento, em carta publicada aqui no blog.
A Terra Indígena Sawré Muybu, que será impactada, onde estão aldeias que terão de ser removidas, ainda não foi demarcada pela Funai, que senta em cima do processo há anos, numa velocidade evidentemente oposta a da realização dos “estudos” para a construção das usinas. O Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública na Justiça Federal de Itaituba contra a Funai e a União Federal pela demora na demarcação desta terra, uma de ocupação tradicional do povo indígena Munduruku, localizada nos municípios de Trairão e Itaituba/PA, no médio curso do rio Tapajós. O procedimento se arrasta há 13 anos e foi paralisado inexplicavelmente ano passado, quando quase todos os trâmites administrativos já estavam concluídos.
O Ibama enviou o Estudo do Componente Indígena para a Funai, e é difícil que os técnicos responsáveis pelo licenciamento deixem passar essas ilegalidades nas análises. Politicamente, no entanto, pode ser que a Funai repita o mesmo erro histórico que cometeu em Belo Monte: desconsiderar a opinião técnica de seus funcionários para autorizar obra de interesse do governo, mesmo que seja contrária aos direitos indígenas. Esses funcionários da Funai, e que portanto trabalham para o Estado (e não para um governo), e são comprometidos com a defesa dos direitos constitucionais das sociedades indígenas, devem ter em mente que esta luta pelo direito é uma luta em defesa de toda a sociedade.
_________
Titulo RP

TRISTE REALIDADE DE NOSSO SUS RUBRO

-SE A SAÚDE DA POPULAÇÃO ESTÁ LEGAL
VOTE NA DILMA OH CARA DE PAU

-SE  PRECISA MELHORAR A EDUCAÇÃO
TIRA A DILMA DO COMANDO DA NAÇÃO

-SE QUISER VER SEMPRE FUDIDO ESSE BRASIL
VOTA NA DILMA E VAI PRA P.Q. P.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Filho de Campos emociona público em Pernambuco


Com o objetivo de manter a memória viva do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o filho do político, João Campos, de 20 anos decidiu mostrar a cara.
Em um discurso emocionante e bem treinado, João disse que a obra deixada por seu pai não pode acabar, fazendo com que muitas pessoas se emocionassem com as palavras o filho mais velho de Eduardo Campos.
O discurso aconteceu no último final de semana, na cidade de Garanhuns, terra natal do presidente Lula, durante um comício do candidato Paulo Gomes (PSB).
Discreto, João não deu detalhes sobre o seu futuro na política depois da morte do seu pai, em um acidente aéreo, na cidade de Santos, no dia 13 de agosto.
(DOL com informações do UOL)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Conflito deixa sem-terra feridos em Bom Jesus

Segunda-Feira, 22/09/2014, 23:27:23 - Atualizado em 22/09/2014, 23:27:2

i
Pelo menos quatro trabalhadores sem-terra ficaram feridos após um conflito com um capataz da fazenda Gaúcha, em Bom Jesus do Tocantins, 70 km de Marabá, no sudeste paraense, no início da noite desta segunda-feira (22). Há a informação, ainda não confirmada, que um sem-terra morreu.
Um morador da área, que preferiu não ser identificado, disse que o conflito teve início após um capataz da fazenda tentar impedir a entrada de um ônibus escolar que foi deixar as crianças no acampamento.
Segundo o morador, os trabalhadores revidaram e houve o confronto. O funcionário da fazenda, identificado como “Neném”, já teria feito outras ameaças aos trabalhadores rurais.
As famílias estão no imóvel aguardando o andamento do processo de desapropriação da fazenda.
(DOL)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Poeta teria desagradado cúpula de emissora

Segunda-Feira, 22/09/2014, 09:30:59 - Atualizado em 22/09/2014, 09:30:5


Em meio a algumas teorias sobre a saída de Patrícia Poeta do "Jornal Nacional", ganhou destaque a que diz respeito sobre seu desempenho nas entrevistas realizadas com os presidenciáveis. Em especial com Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT).
A jornalista teve avaliação negativa de João Roberto Marinho, responsável pelo jornalismo da emissora. O anúncio de sua ida para a área de entretenimento acabou sendo antecipado, segundo o "Notícias da TV".
No caso do encontro com a atual presidente da República, a apresentadora quase não falou. Ela fez sua primeira intervenção aos 7 minutos de conversa e não conseguiu seguir o ritmo de seu companheiro de trabalho, William Bonner.
O âncora, aliás, ganhou grande repercussão após esse encontro. Enquanto o jornalista interagiu ativamente na entrevista com Dilma, Poeta falou brevemente sobre a questão da saúde no País.
Já na entrevista com Marina, a profissional foi considerada um "fiasco" nos bastidores do canal. Isso porque, além da falta de intervenções, ela acabou fazendo uma pergunta que não ficou clara e acabou pressionada pela candidata do PSB.
(DOL, com informações do site MSN

)

-QUE CULTURA!!! - HERRAR É UMANO!

Viúva de Campos se emociona ao gravar programa

Domingo, 21/09/2014, 19:45:50 - Atualizado em 21/09/2014, 19:49:28 

Viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, 47, se emocionou na manhã deste sábado (20) ao gravar depoimentos para o programa eleitoral de Paulo Câmara (PSB), escolhido pelo marido para disputar o governo de Pernambuco.
É a primeira vez que Renata participa especificamente de programas de TV. A ex-primeira-dama gravou ao menos dois depoimentos escritos por ela mesma, para que o discurso tivesse um tom mais pessoal. Segundo um integrante da campanha, ela disse conhecer Câmara e afirmou que ouvia o marido falar muito da "determinação" de seu escolhido, que já havia sido secretário das pastas de Administração, Turismo e Fazenda durante os dois governos de Campos. Poucas pessoas acompanharam as gravações que aconteceram na sala e na varanda da casa onde Renata e os cinco filhos do casal vivem.
A campanha ainda não decidiu se vai usar o trecho em que a viúva se emociona, pois temem que as peças publicitárias fiquem apelativas.
Além de gravar para Câmara, Renata também filmou depoimento para Fernando Bezerra (PSB-PE), ex-ministro de Dilma Rousseff que tenta o Senado na chapa do PSB. Os primeiros programas de Câmara exploraram muito a morte de Campos e a relação que o ex-governador morto em um acidente aéreo em agosto tinha com o candidato. Um discurso feito por Renata em um ato do PSB em agosto, um dia após o sepultamento do ex-governador, já havia sido usado pela campanha.
Na onda de comoção e intitulando-se "herdeiro" e "sucessor" de Campos, Paulo Câmara saltou, em um mês, de um distante segundo lugar para a liderança nas intenções de voto. Segundo o Ibope, ele começou a disputa 35 pontos atrás do senador Armando Monteiro Neto (PTB-PE), com apenas 8% das intenções de voto em 2 de junho. Na mais recente pesquisa, divulgada no último dia 16, Câmara aparece com 38%, enquanto Monteiro Neto tem 32%.

Já na disputa pelo Senado, Bezerra cresceu e chega a 27%, mas ainda não conseguiu ultrapassar o ex-prefeito do Recife João Paulo (PT-PE), que lidera com 32%.
(DOL com informações da Folhapress)

sábado, 20 de setembro de 2014

HÉLDER OU JATENE - SE CORRER O BICHO PEGA SE FICAR O BICHO COME

Simão Jatene vence no 1º turno, diz pesquisa

Pesquisa realizada pelo BMP (Bureau de Marketing e Pesquisa) para governador do Pará aponta que o candidato à reeleição Simão Jatene (PSDB – foto) possui 38,90% das intenções de voto, enquanto Helder Barbalho (PMDB) está com 32,83%. Jatene, com seis pontos percentuais de vantagem sobre o 2º colocado, ganharia a eleição já no 1º turno, já que a diferença a favor é maior que a soma dos demais candidatos.

Neste link, o relatório completo da pesquisa.

A pesquisa foi registrada TRE (Tribunal Regional Eleitoral) na segunda-feira (15), sob o número de protocolo PA-00033/2014.
Foram ouvidos 2.500 eleitores de todas as regiões do estado e a coleta de dados ocorreu no período de 16 a 19 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O resultado da pesquisa estimulada aponta Jatene com um total de 38,90% das intenções de voto. Helder Barbalho aparece com 32,83% das intenções de voto. Em seguida aparecem os candidatos Marcos Carrera (1,47%), Marco Antônio (0,40%), Zé Carlos (1,08%) e Elton Braga (0,95%).
Indecisos somam 18,42% e brancos ou nulos 5,95%.
Numa simulação de segundo turno entre Jatene e Helder Barbalho a pesquisa aponta nova vitória do atual governador com 41,60% das
intenções de voto, contra 36,88% para o candidato do PMDB.
AVALIAÇÃO
A pesquisa BMP perguntou ainda aos entrevistados “como você avalia o desempenho do governo Simão Jatene até o momento?”. Para 37,81% das pessoas ouvidas o desempenho do governo Jatene é ótimo ou bom e para 34,63% dos entrevistados o governo tem desempenho regular.
Para o Senado, a pesquisa estimulada aponta empate técnico entre o petista Paulo Rocha (18,76%) e o radialista Jefferson Lima (17,57%).
____________
Fonte Blog do Jeso Carneiro
Titulo RP

PROCURADOS!


MÚSICAS QUE EMBALAM SONHOS

Essa só podia ser de LAMBERTO DI CARVALHO, que colocou na blogosfera, uma verdadeira cortina musical, para recordar a boa musica, que contem melodia e letra, que edifica a vida do ser humano.

A façanha de nos brindar com esse presente  mostra o compromisso de um profissional de radio e televisão que no decurso de seus 40 anos de profissão, aprendeu e bem o gosto musical e compartilha com seus incontáveis ouvintes.
ACESSE:
 

O BRASIL DOMINADO POR ALMAS GÊMEAS


RESPIRAM OS INDIGENAS E POPULAÇÃO RIBEIRINHA

Hidrelétrica de São Luiz-Tapajós fica para depois
Por que tanta pressa no caso do Tapajós? Talvez fosse uma tentativa de criar um fato consumado na eventualidade de Marina Silva ser eleita presidente da república. Como ministra do meio ambiente de Lula, Marina foi contrária não apenas aos projetos hidrelétricos, mas, em especial, contra sua tramitação acelerada pela instância ambiental do governo. Como presidente, ela poderia vir a mudar completamente o encaminhamento da hidrelétrica de São Luiz.
Governo recua no Tapajós
Por Lúcio Flávio Pinto
em seu blog

O governo se curvou ao que era evidente e voltou atrás, ontem, na decisão que tomara apenas quatro dias antes, apesar da relevância e grandeza do assunto. O Ministério de Minas e Energia revogou sua própria portaria, que definia as diretrizes para a realização do leilão da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, projetada para 8 mil megawatts. A concorrência fora marcada para 15 de dezembro.

 O ministério deu sua justificativa: a revogação foi necessária para adequar os estudos antropológicos, relativos às populações indígenas, apesar de já estar concluído o Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica e o EIA/Rima da usina.

jotaparente.blogspot.com
Quando o governo anunciou, no final da semana passada, que ia fazer a licitação dentro de apenas dois meses, o ceticismo foi geral. Para a obra ser iniciada é necessário obter o licenciamento ambiental, já em si complexo, e ainda mais complicado porque no vale do Tapajós, entre o Pará e o Mato Grosso, o governo pretende utilizar pela primeira o conceito usina-plataforma. Essa nova abordagem dispensaria a construção de uma vila residencial às proximidades do barramento do rio. Reduzindo o impacto ecológico e os danos sociais.
 
À inovação tecnológica, até hoje uma incógnita para quem a acompanha a partir de fora, se agrega outro fator: a resistência até agora manifestada pelos índios, liderados pelos Munduruku.

O presidente da Thymos Energia, João Carlos Mello, disse ao site Canal Energia que o licenciamento “apresentará muitas condicionantes ambientais o que deverá elevar o custo do projeto”. Mas elogiou a usina de São Luiz, para ele melhor do que a de Belo Monte, no Xingu, porque irá operar com queda de água e não a fio d’água, com pouco reservatório. Assim, a potência firme será maior do que em Belo Monte, onde a proporção é de 40% em relação à capacidade nominal de geração de energia. No verão, ela perde potência.
O pedido de licenciamento prévio da hidrelétrica do Tapajós foi protocolado no Ibama no final de julho. Para que a licitação pudesse ser feita em 15 de dezembro, o licenciamento ambiental teria que ser aprovado até 15 de novembro, um mês antes de sair o edital da concorrência pública para a usina. A mesma solicitação para Belo Monte a apresentada em março de 2009. O documento foi expedido pelo Ibama quase um ano depois, em fevereiro de 2010.
 
Por que tanta pressa no caso de Tapajós? Talvez fosse uma tentativa de criar um fato consumado na eventualidade de Marina Silva ser eleita presidente da república. Como ministra do meio ambiente de Lula, Marina foi contrária não apenas aos projetos hidrelétricos, mas, em especial, contra sua tramitação acelerada pela instância ambiental do governo. Como presidente, ela poderia vir a mudar completamente o encaminhamento da hidrelétrica de São Luiz.
Se foi esse objetivo, seus patrocinadores tiveram que se render à evidência de que o licenciamento não sairia em tempo. E, se saísse, o preço a pagar por essa tramitação em marcha batida podia vir a ser muito alto, expondo o projeto a mais críticas do que as já expostas. Daí o recuo. O desfecho provisório é o melhor para todos. O projeto tem magnitude que recomenda mais parcimônia no uso do tempo – e, também, do poder de criar fatos consumados à custa da razão.
_______
Transcrito do Blog do Jornalista MANUEL DUTRA
título RP

Comissão concede anistia a 14 indígenas

Sexta-Feira, 19/09/2014, 23:59:04 - Atualizado em 19/09/2014, 23:59:04 

A Comissão de Anistia reconheceu hoje (19) a anistia política a um grupo de índios da etnia Suruí vítimas da ação da ditadura militar durante a Guerrilha do Araguaia. Dos 16 pedidos analisados nesta sexta-feira, a comissão reconheceu 14. Em todos os processos os índios foram utilizados pelos militares para o reconhecimento do território e para servir de apoio nas perseguições aos guerrilheiros. 
Ao reconhecer a violação dos direitos dos índios, o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, pediu desculpas pela ação do Estado brasileiro. “O conjunto de uma comunidade indígena também foi vítima da ditadura militar e que essa repressão, que aconteceu ao povo que vivia em torno da região da Guerrilha do Araguaia, atingiu não apenas os camponeses, os guerrilheiros, mas também as comunidades indígenas que lá estavam”, disse Abrão. 
Até hoje, a Comissão de Anistia só havia reconhecido um caso de indígena perseguido pela ditadura. Segundo Abrão, a iniciativa abre espaço para que a história seja recontada. “O que era apenas uma presunção, agora é certeza e a história tem que ser recontada para dizer que indígenas também foram atingidos pela repressão”, disse. 
Os índios anistiados habitam a aldeia Soror, na Terra Indígena Aikewara, localizada entre os municípios de Marabá (PA), São Geraldo do Araguaia (PA), São Domingos do Araguaia (PA) e Brejo Grande do Araguaia (PA). No período da Guerrilha do Araguaia, o contato dos suruí com os “brancos” era recente, feito a partir da década de 50 do século passado e intensificada na década de 1960. 
“Quando estourou o problema da questão política daquela época, o meu povo estava com pouco tempo de contato”, disse à Agência Brasil, o índio Winurru Suruí, neto de um dos anistiados. “Eles ficaram em cárcere privado dentro da aldeia, não podiam sair, não podiam caçar, o estoque de alimentação foi destruído. Dentro da aldeia montaram uma base na qual o Exército ficou de 1971 a 1973 e alguns indivíduos adultos foram requisitados para ajudar [nas ações]. Poucos indígenas entendiam o português, apenas um que era o tradutor”, complementou. 
O movimento guerrilheiro no Araguaia começou no fim dos anos 60 para lutar contra a ditadura militar. Organizado por pessoas ligadas ao PCdoB, o grupo acabou constituindo o primeiro movimento que enfrentou o Exército durante o regime militar. Foram utilizados mais de 3 mil militares no conflito, que durou de 1972 a 1975. Mais de 60 pessoas morreram e muitos corpos continuam desaparecidos. Para chegar ao reconhecimento, a Comissão de Anistia analisou documentos, depoimentos prestados pelos índios ao Ministério Público Federal e dos próprios indígenas. 
(Agência Brasil)

Eleitores devem ter cuidado com roupas

Sábado, 20/09/2014, 09:14:59 - Atualizado em 20/09/2014, 10:49:08 

Quem vai votar no próximo dia 05 de outubro, no 1º Turno das eleições deste ano, deve ter atenção às roupas que vai usar. Mais que cuidado com a estética, a escolha das roupas é importante para evitar constrangimentos e até mesmo punições.
O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) recomenda que os eleitores não utilizem camisetas que façam referências a partidos políticos ou candidatos. Quem for com algum adereço ou vestimenta que faça este tipo de referência pode ser impedido de votar e ser mandado de volta para casa, para trocar de roupa, e somente depois votar. 
Os mesários também não devem usar roupas que façam qualquer tipo de referência a partidos políticos ou candidatos.
(DOL, com informações do TRE-PA)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

LEONARD CABRAL: SANGUE NOVO NO CORAÇÃO DO POVO!


 
 
Jacareacanga - Com potencial para eleger-se a Deputado na corrida a uma vaga na ALEPA, LEONARD CABRAL, sente na pele, o que a sua genitora Horalice, sofreu quando participou ativamente da política em Itaituba, e foi eleita na ocasião com considerável projeção de votos para a Câmara de Vereadores.

Horalice se contrapôs, à época contra o coronelismo estabelecido na política Itaitubense, tendo a coragem de se defrontar contra vícios insanáveis da politica rasteira e saiu vencedora, e se não fez escola de grande projeção política à nível estadual, foi por motivos  relacionados a vida profissional, já  que saiu do cenário político para se aperfeiçoar profissionalmente no Rio de Janeiro e formar os filhos  (Leopoldine e Leonard) que com louvor exercem a medicina neste município em que nasceram.
Do vêio politico de Horalice, que é uma hábil negociadora sem contaminar-se com ilicitudes, surge LEONARD CABRAL, que assume toda a responsabilidade da intencionalidade de sua genitora fazendo busca em eleger-se Deputado Estadual, para encaminhar com mais celeridade as políticas sociais  das esferas governamentais   em defesa da municipalidade de Itaituba e cidades circunvizinhas. É de fácil compreensão perceber que a ânsia do jovem politico em eleger-se, não é simplesmente uma aventura, ou um meio de vida, como tantos se utilizam desses pretextos, já que é um médico com especializações, oriundo de um família que se fez respeitar pelo  trabalho e pela decência, que deseja contribuir com uma região  que os abrigou.
Não é surpresa pra ninguém que a candidatura do jovem médico incomoda muita gente. Personagens tais que fazem da politica arma para angariar capital político rasteiro e compor  massa de manobra,  que através de mentira constroem e destroem reputações. LEONARD CABRAL é um alvo a ser vencido pela maioria de seus opositores, pois sua candidatura cresce atingindo os municípios adjacentes a Itaituba, principal reduto do jovem médico e politico, que já se torna a principal revelação politica da região sem ter mandato, e estreando nessa corrida.
É caso de polícia, a indústria de vandalismo  que se volta contra Leonard que tem sua propaganda estática nas principais vias públicas na calada da noite destruidas, ocasionando prejuízos materiais consideráveis o que concorre para tais reprováveis atos serem  avaliados da seguinte maneira:
Para os promotores dessa anarquia e seus sequazes, a destruição da propaganda causa impacto negativo ao candidato; para o povo que prima pela decência e a democracia, isso  mostra um forte indicio que Leonard Cabral está tendo um crescimento vertiginoso em sua candidatura e pode chegar lá.